Clínica Médica ou Medicina Interna

Supervisor: Dr. Rafael Saad

  • Formado pela Faculdade de Medicina da USP

  • Residência em Clínica Médica e Ano Adicional em Clínica Médica pela Faculdade de Medicina da USP

  • Doutor em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da USP, na área de Educação e Saúde

  • Membro da Câmara Técnica de Clínica Médica do Conselho Federal de Medicina 

  • Experiência como Preceptor e auxílio na coordenação de Residência Médica em Clínica Médica do Hospital das Clínicas da FMUSP de 2010 a 2015 e instrutor de Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) da American Heart Association pelos centros de treinamento do Instituto do Coração (InCor) e pelo Hospital Sírio-Libanês de 2007 a 2015.

  • Autor do livro "Manual do Residente de Clínica Médica" e capítulos de livros na área da especialidade.

 

Vice-Supervisor: Dr. Sérgio Smolentzov

  • Formado pela Universidade Fluminense

  • Especialização em Clínica Médica, Nefrologia e Terapia Intensiva

  • Título de especialista em Terapia Intensiva e Nefrologia.

  • Diretor Clínico da Santa Casa de Araçatuba por 15 anos

  • Pós-graduação em Preceptoria para Residência Médica no SUS pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês

Preceptores:

  • Ana Clara Baz Lauretto

  • Antonio Cesar de Azevedo Pedro

  • Bruno Guilherme Kersten

  • Fabio Bombarda

  • Giulio Stanco Coscina Neto

  • Guilherme Augusto Teixeira da Silveira Ugino

  • Helena Cordeiro Barroso

  • Helio Poço Ferreira

  • Isio Carvalho de Souza

  • Leonardo Alves Batista

  • Luis Fernando Ikeda Norcia

  • Luiz Claudio Andrades Lima

  • Marina Peres Verdi de Almeida

  • Naiara de Sousa Nogueira

  • Rafael Saad

  • Sergio Smolentzov

  • Tarcísio Vezzi Almodova

  • Vilma Neri Shinsato

  • Karen Nagao Leal

  • Monize Aparecida Gonçalves do Nascimento

  • Rita de Cassia Santana do Amaral

Um dos livros recomendados para o programa de residência em Clínica Médica, sendo o supervisor do programa (Dr. Rafael Saad) um dos autores.

A especialidade

   A Clínica Médica, também conhecida como Medicina Interna, é uma especialidade que aplica conhecimento científico e expertise clínica no diagnóstico, tratamento e cuidado compassivo de adolescentes, adultos e idosos no espectro que se estende da saúde às doenças complexas.

   O clínico (ou internista) presta cuidados tanto nas situações agudas como nas crônicas, cuida de maneira compreensiva nos consultórios, bem como nos hospitais e lida tanto com as doenças comuns como com as doenças complexas e raras.

   Para sua formação, recebe um treinamento aprofundado para o diagnóstico e tratamento de condições patológicas que afetam todos os órgãos e sistemas do corpo. São especialmente treinados para resolver diagnósticos intrigantes e difíceis bem como para lidar com pacientes nos quais várias doenças ocorrem e interagem simultaneamente.

   Eles também são treinados nos princípios e fundamentos dos cuidados médicos primários, que abrange a prevenção das doenças, a manutenção do bem estar, o abuso de substancias químicas e a saúde mental.

   Os clínicos (internistas) também desempenham papel de liderança e coordenação de equipes médicas e equipes multiprofissionais envolvidas no cuidado de pacientes graves ou em situações clínicas complexas que envolvem dificuldades diagnósticas e terapêuticas.

Henrique Grunspun - American College of Physicians

   A especialização em Clínica Médica permite que o residente, após seu treinamento, possa manter atividade profissional como clínico, assim como servir como pré-requisito para realizar uma subespecialidade:

  • Alergia e Imunologia

  • Cancerologia clínica (Oncologia)

  • Cardiologia

  • Endocrinologia

  • Gastroenterologia

  • Geriatria

  • Hematologia

  • Nefrologia

  • Pneumologia

  • Reumatologia

  • Terapia intensiva

A residência de Clínica Médica

Objetivos gerais

Aprimorar a capacidade técnico-assistencial nos três níveis de atenção à saúde (primário, secundário e terciário), nos setores: ambulatorial, enfermaria geral, unidades de emergência e de cuidados intensivos, por meio da assistência direta ao paciente, sob supervisão de preceptores e médicos assistentes.

Objetivos intermediários

   Aprofundar conceitos de prevenção, manutenção, e reabilitação da saúde na Clínica de Adultos, baseado nas melhores evidências científicas da literatura médica vigente.

   Desenvolver o raciocínio crítico quanto a riscos e benefícios e custos financeiros e individuais de exames e tratamentos nos diversos níveis de atendimento.

   Habilitar no manuseio das técnicas terapêuticas medicamentosas e não medicamentosas, com análise crítica das mesmas. Aprimorar, tecnicamente, procedimentos invasivos da competência do clínico geral.

   Desenvolver e aprimorar função didática junto aos internos e demais residentes, por meio de discussão de casos, preparação de visitas e reuniões, revisões de temas teóricos de interesse e relacionados aos casos.

   Reconhecer e aprimorar a função social, ética, técnica e científica do médico, e o trabalho em equipe de saúde e entre pares. Treinamento em atendimento, orientação e condução de pacientes ambulatoriais, em enfermarias, unidades de emergência e de terapia intensiva e em domicilio. Organização de prontuários médicos nos diferentes níveis de complexidade e locais de atendimento. Realizar adequadamente procedimentos eletivos, de urgência e emergência concernentes às competências de um clínico geral: punções, passagens de catéteres, sondagens, intubação orotraqueal, entre outros. Organização e apresentação de casos e temas em visitas, reuniões, seminários.

   Desenvolver a capacidade de lidar com autonomia, ansiedade, dúvidas, medos e pudores dos pacientes sob seus cuidados, nas diversas situações do treinamento. Reconhecer, aceitar e trabalhar com os sentimentos dos pacientes e familiares nos diferentes contextos de exposição do treinamento médico. Reconhecer os mecanismos psicológicos envolvidos nos diversos quadros e situações clínicas; relacionamentos interprofissionais e pessoais. Perceber a função da relação médico-paciente no processo terapêutico e desenvolvê-la para potencializar os demais recursos terapêuticos a partir dessa relação.

   Expor e discutir com os pacientes, familiares e internos os aspectos diagnósticos e terapêuticos de cada caso, respeitando a participação constante (autonomia dos envolvidos) nas decisões sobre a condução dos casos.

    Reconhecer suas dificuldades e dos colegas ao longo deste processo, buscando apoio. Respeitar limites e saberes de outros profissionais de saúde, na assistência e no ensino. Elaborar a ambivalência do período de desenvolvimento profissional (médico/estudante). Aprimorar-se humanística, social, ética e profissionalmente.

Serviço de Hemodinâmica
Sala de Emergência do Pronto-Socorro
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